A pandemia impulsionou o comércio digital

O ano de 2020, marcado pelo início de uma pandemia, destruiu diversas oportunidades de trabalho, causando um enorme impacto nas expectativas dos consumidores, impulsionando, pelas razões óbvias, o comércio digital.

Perante esta nova realidade, o comércio de proximidade começou a fazer parte da vida e do quotidiano da maioria das famílias portuguesas. Os portugueses puderam contar, quando mais precisaram, com este canal de comercialização que, desde sempre, nos habituou a ter do outro lado do balcão quem nos conhece pelo nome e sabe as nossas preferências. Com os meios digitais, nomeadamente as redes sociais onde estamos presentes e ativos, a serem âncoras para estarmos perto dos nossos aderentes e consumidores, assistimos a uma comunhão de interesses entre o retalho e a indústria.

O “Novo Consumo” obrigou-nos a reagir, a concentrar esforços na gestão da resiliência e construção da recuperação, tornando-se imperativo identificar o que é relevante para os clientes, assim como adotar as medidas necessárias. Devido à concorrência crescente entre mercados, consideramos que inovar e ser criativo são dois fatores fundamentais para o sucesso de qualquer empresa. Atualmente, temos já retalhistas com capacidade de cumprir as encomendas online, de forma flexível, eficiente e rentável.

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